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sexta-feira, 19 de novembro de 2010
As 10 características da geração Y
Com certeza, você já ouviu falar da geração Y, não fala em outra coisa! Mas você sabe que raios de geração é essa? No site Administradores.com.br, David Braga escreve uma artigos sobre a geração Y, essa que cresceu com a internet e está bombando na mídia. Alguns especialistas afirmam que essa geração subirá ao poder em dez anos.
Confira as 10 principais características desta nova geração:
1) São multifuncionais, ou seja, executam tarefas simultaneamente e sem perda de foco;
2) Para se ter um Y engajado, é preciso que ele entenda sobre o projeto, suas razões e objetivos, para que tenha aderência e que o projeto passe a ser uma causa;
3) Como estão conectados nas mídias sociais (linkedin, facebook, orkut, twitter etc), estão acostumados a atuar em ambientes extremamente democráticos, onde é possível expressar suas idéias e trocar informações de forma extremamente ágil. Trazem essa característica para a carreira, querendo também respostas e crescimento rápidos dentro das organizações;
4) Primeiro o trabalho, depois o lazer é uma filosofia nem um pouco adotada por esta geração, que busca equilíbrio em tudo que faz. Impossível pensar na geração Y sem convergir em prol de projetos de vida que perpassam os âmbitos profissionais ou pessoais;
5) Coerência é um valor muito observado por esta geração e o discurso diferente da prática é algo que faz os Y's perderem completamente o interesse pelo chefe ou mesmo pela organização;
6) Valorizam a acessibilidade. Empresas que estão ainda nos moldes antigos de gestão são grandes candidatas a perder estes profissionais que valorizam acesso direto aos seus chefes, para expor suas idéias e efetivá-las de alguma forma;
7) Flexibilidade – Por serem engajados naquilo que acreditam e valorizam, esta geração é extremamente flexível e valoriza tal postura das organizações, principalmente com relação aos horários.
8) Procuram inovação. Empresas que quiserem atrair os melhores talentos da Geração Y, precisam estar atentas aos projetos inovadores, onde eles possam desenvolver suas potencialidades. Como estão conectados, funcionários de uma empresa, falam sempre com os de outras empresas, assim o marketing boca-a-boca funciona muito bem com esta geração que fareja de longe quando o assunto é inovação;
9) Liderança colaborativa. A máxima de que informação é poder é algo que ficou nas décadas passadas. Com a internet, a informação virou commodity e hoje, o que gera valor dentro das organizações, é a capacidade de relacionamento e de estabelecer conexões e alianças. Isso sim, faz a real diferença na gestão e a liderança dos gestores Y's, se dá de forma colaborativa;
10) Esta geração valoriza executar projetos e terem folgas periódicas para poder descansar, estabelecer networking, viajar e encontrar com amigos.
Será mesmo que com todas estas qualidades, não está na hora de repensar a gestão de integração desta geração com as demais? É preciso buscar um foco comum entre a associação da atualização e do conhecimento, aproveitando os pontos positivos da Geração Y e potencializando as vantagens de equipes multigeracionais.
Confira as 10 principais características desta nova geração:
1) São multifuncionais, ou seja, executam tarefas simultaneamente e sem perda de foco;
2) Para se ter um Y engajado, é preciso que ele entenda sobre o projeto, suas razões e objetivos, para que tenha aderência e que o projeto passe a ser uma causa;
3) Como estão conectados nas mídias sociais (linkedin, facebook, orkut, twitter etc), estão acostumados a atuar em ambientes extremamente democráticos, onde é possível expressar suas idéias e trocar informações de forma extremamente ágil. Trazem essa característica para a carreira, querendo também respostas e crescimento rápidos dentro das organizações;
4) Primeiro o trabalho, depois o lazer é uma filosofia nem um pouco adotada por esta geração, que busca equilíbrio em tudo que faz. Impossível pensar na geração Y sem convergir em prol de projetos de vida que perpassam os âmbitos profissionais ou pessoais;
5) Coerência é um valor muito observado por esta geração e o discurso diferente da prática é algo que faz os Y's perderem completamente o interesse pelo chefe ou mesmo pela organização;
6) Valorizam a acessibilidade. Empresas que estão ainda nos moldes antigos de gestão são grandes candidatas a perder estes profissionais que valorizam acesso direto aos seus chefes, para expor suas idéias e efetivá-las de alguma forma;
7) Flexibilidade – Por serem engajados naquilo que acreditam e valorizam, esta geração é extremamente flexível e valoriza tal postura das organizações, principalmente com relação aos horários.
8) Procuram inovação. Empresas que quiserem atrair os melhores talentos da Geração Y, precisam estar atentas aos projetos inovadores, onde eles possam desenvolver suas potencialidades. Como estão conectados, funcionários de uma empresa, falam sempre com os de outras empresas, assim o marketing boca-a-boca funciona muito bem com esta geração que fareja de longe quando o assunto é inovação;
9) Liderança colaborativa. A máxima de que informação é poder é algo que ficou nas décadas passadas. Com a internet, a informação virou commodity e hoje, o que gera valor dentro das organizações, é a capacidade de relacionamento e de estabelecer conexões e alianças. Isso sim, faz a real diferença na gestão e a liderança dos gestores Y's, se dá de forma colaborativa;
10) Esta geração valoriza executar projetos e terem folgas periódicas para poder descansar, estabelecer networking, viajar e encontrar com amigos.
Será mesmo que com todas estas qualidades, não está na hora de repensar a gestão de integração desta geração com as demais? É preciso buscar um foco comum entre a associação da atualização e do conhecimento, aproveitando os pontos positivos da Geração Y e potencializando as vantagens de equipes multigeracionais.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Os mercados mais quentes da internet
BlogBlogs.Com.Br
A edição da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios de novembro/2010 está imperdível para quem se interessa por internet e como ganhar dinheiro com as novas tecnologias! Separamos um trecho da reportagem de capa que pode ser lida na íntegra na edição da revista , já nas bancas. Enjoy =)
O empreendedorismo ganhou o mundo virtual e vem expandindo fronteiras no comércio eletrônico, na educação a distância e sobretudo nos negócios ligados às redes sociais. Mas quais são os melhores caminhos diante do universo aparentemente infinito de oportunidades da web? Para responder a essa pergunta, coletamos dados e estatísticas sobre os mercados, conversamos com dezenas de especialistas e mapeamos os modelos de negócios com maior potencial de crescimento nos próximos meses. De um portal de noivas - que pagam para ter seu perfil na rede - a um site onde alunos se preparam para o Enem com aulas ao vivo e tiram dúvidas em tempo real, desbravamos um território repleto de possibilidades. Nas próximas páginas, você vai conhecer iniciativas originais e lucrativas nos sete mercados mais quentes do momento: turismo, educação, entretenimento, compras coletivas, produtos e serviços para mulheres, suporte para o comércio eletrônico e marketing em redes sociais. Inspire-se: o futuro está na internet - e também nas suas mãos.
Confira algumas empresas online que estão causando um buzz no mercado:
COMPRAS COLETIVAS
Clube do Desconto
Em relação às dezenas de sites de ofertas no ar, o Clube do Desconto oferece dois diferenciais: é o único que permite o pagamento parcelado em até duas vezes e é um dos poucos em que o usuário pode usar a oferta no mesmo dia, sem nenhuma espera. O site, que está no ar desde agosto, tem promoções diárias de produtos e serviços variados, como teatro, salões de beleza e bares, em São Paulo, Rio, Brasília, Curitiba, Ribeirão Preto, Baixada Santista e ABC. Segundo Isaac Ezra, um dos sócios do site, o investimento inicial foi de R$ 4 milhões, provenientes de outra empresa dos mesmos sócios – a All-Match, especializada em marketing social. A previsão de faturamento para o primeiro ano do negócio é de R$ 20 milhões.
Sirva-se
A segmentação, uma das tendências mais fortes dentro da área de compras coletivas, é a proposta do site carioca Sirva-se, especializado em gastronomia. No ar desde outubro, a página iniciou suas atividades com ofertas apenas em bares e restaurantes do Rio. Em breve, deve atuar também em Niterói, São Paulo e Salvador. Segundo Juliano Donnici, um dos sócios, o público-alvo do site tem entre 20 e 40 anos, mora na Zona Sul ou na Barra da Tijuca. A expectativa é que o faturamento chegue a R$ 2 milhões no primeiro ano do negócio.
ENTRETENIMENTO
Cérebro Melhor
A proposta do Cérebro Melhor é original: colocar no mercado jogos que estimulem as cinco principais funções cognitivas do ser humano - memória, atenção, linguagem, raciocínio lógico e visão espacial. Os games são destinados ao mercado corporativo, que busca programas de desenvolvimento para aprimorar a capacidade cognitiva de seus colaboradores, e também a pessoas físicas que queriam exercitar o cérebro e prevenir o declínio cognitivo natural. Lançado oficialmente em maio de 2010, o negócio conta com a consultoria de Suzana Herculano-Houzel, neurocientista com diversos livros lançados. Por enquanto, eles não divulgam a previsão de faturamento. Até outubro, o site tinha 15 mil usuários cadastrados.
Moovee.me
Uma rede social em que o usuário pode avaliar filmes, em resenhas com no máximo 140 caracteres: esse foi o modelo de negócio criado por Thiago Campezzi, 26 anos, e Daniel Sollero, 37 anos. Em funcionamento desde junho, o site Moovee.me oferece ainda um espaço para que os cadastrados registrem um arquivo dos filmes vistos e uma lista com os títulos que desejam assistir. A princípio, a intenção da dupla era criar um aplicativo para iPhone e Twitter que permitiria aos cinéfilos escrever suas críticas cinematográficas. Logo, porém, os empreendedores perceberam que não seria possível criar esse aplicativo sem uma plataforma consistente. A saída foi o lançamento de um site. Hoje, mais de 3 mil usuários participam da rede. O objetivo dos empreendedores é alcançar o mercado internacional. “Nosso site foi feito em inglês porque queremos internacionalizar o Moovee.me”, conta Daniel Sollero. Com um investimento inicial de R$ 10 mil, a empresa espera lucrar com anúncios publicitários.
MARKETING EM MÍDIAS SOCIAIS
Media Factory
Fundada em 2003, a Ivoxcorp passou por uma verdadeira revolução em 2008. A empresa, que antes lidava apenas com e-mail marketing, mudou de nome para Media Factory e passou a oferecer todos os serviços no campo de marketing digital, incluindo marketing em redes sociais e nas ferramentas de busca. Com a mudança, a empresa passou de 31 clientes em 2007 para 267 registrados em 2010. Contribuiu para isso um aporte de R$ 2 milhões por parte da IdeiasNet. Além disso, a empresa investiu no processo de internacionalização, abrindo escritórios na Argentina e no México – o objetivo agora é abrir uma filial nos Estados Unidos. Para 2010, está previsto um faturamento de R$ 12 milhões. “O mercado de marketing digital ainda está nos primórdios no Brasil”, diz Leandro Kenski, um dos sócios da Media Factory. “Há muito espaço para crescer.”
Como escolher o nome da sua empresa?
Como conseguir dinheiro para começar um negócio
A edição da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios de novembro/2010 está imperdível para quem se interessa por internet e como ganhar dinheiro com as novas tecnologias! Separamos um trecho da reportagem de capa que pode ser lida na íntegra na edição da revista , já nas bancas. Enjoy =)O empreendedorismo ganhou o mundo virtual e vem expandindo fronteiras no comércio eletrônico, na educação a distância e sobretudo nos negócios ligados às redes sociais. Mas quais são os melhores caminhos diante do universo aparentemente infinito de oportunidades da web? Para responder a essa pergunta, coletamos dados e estatísticas sobre os mercados, conversamos com dezenas de especialistas e mapeamos os modelos de negócios com maior potencial de crescimento nos próximos meses. De um portal de noivas - que pagam para ter seu perfil na rede - a um site onde alunos se preparam para o Enem com aulas ao vivo e tiram dúvidas em tempo real, desbravamos um território repleto de possibilidades. Nas próximas páginas, você vai conhecer iniciativas originais e lucrativas nos sete mercados mais quentes do momento: turismo, educação, entretenimento, compras coletivas, produtos e serviços para mulheres, suporte para o comércio eletrônico e marketing em redes sociais. Inspire-se: o futuro está na internet - e também nas suas mãos.
Confira algumas empresas online que estão causando um buzz no mercado:
COMPRAS COLETIVAS
Clube do Desconto
Em relação às dezenas de sites de ofertas no ar, o Clube do Desconto oferece dois diferenciais: é o único que permite o pagamento parcelado em até duas vezes e é um dos poucos em que o usuário pode usar a oferta no mesmo dia, sem nenhuma espera. O site, que está no ar desde agosto, tem promoções diárias de produtos e serviços variados, como teatro, salões de beleza e bares, em São Paulo, Rio, Brasília, Curitiba, Ribeirão Preto, Baixada Santista e ABC. Segundo Isaac Ezra, um dos sócios do site, o investimento inicial foi de R$ 4 milhões, provenientes de outra empresa dos mesmos sócios – a All-Match, especializada em marketing social. A previsão de faturamento para o primeiro ano do negócio é de R$ 20 milhões.
Sirva-se
A segmentação, uma das tendências mais fortes dentro da área de compras coletivas, é a proposta do site carioca Sirva-se, especializado em gastronomia. No ar desde outubro, a página iniciou suas atividades com ofertas apenas em bares e restaurantes do Rio. Em breve, deve atuar também em Niterói, São Paulo e Salvador. Segundo Juliano Donnici, um dos sócios, o público-alvo do site tem entre 20 e 40 anos, mora na Zona Sul ou na Barra da Tijuca. A expectativa é que o faturamento chegue a R$ 2 milhões no primeiro ano do negócio.
ENTRETENIMENTO
Cérebro Melhor
A proposta do Cérebro Melhor é original: colocar no mercado jogos que estimulem as cinco principais funções cognitivas do ser humano - memória, atenção, linguagem, raciocínio lógico e visão espacial. Os games são destinados ao mercado corporativo, que busca programas de desenvolvimento para aprimorar a capacidade cognitiva de seus colaboradores, e também a pessoas físicas que queriam exercitar o cérebro e prevenir o declínio cognitivo natural. Lançado oficialmente em maio de 2010, o negócio conta com a consultoria de Suzana Herculano-Houzel, neurocientista com diversos livros lançados. Por enquanto, eles não divulgam a previsão de faturamento. Até outubro, o site tinha 15 mil usuários cadastrados.
Moovee.me
Uma rede social em que o usuário pode avaliar filmes, em resenhas com no máximo 140 caracteres: esse foi o modelo de negócio criado por Thiago Campezzi, 26 anos, e Daniel Sollero, 37 anos. Em funcionamento desde junho, o site Moovee.me oferece ainda um espaço para que os cadastrados registrem um arquivo dos filmes vistos e uma lista com os títulos que desejam assistir. A princípio, a intenção da dupla era criar um aplicativo para iPhone e Twitter que permitiria aos cinéfilos escrever suas críticas cinematográficas. Logo, porém, os empreendedores perceberam que não seria possível criar esse aplicativo sem uma plataforma consistente. A saída foi o lançamento de um site. Hoje, mais de 3 mil usuários participam da rede. O objetivo dos empreendedores é alcançar o mercado internacional. “Nosso site foi feito em inglês porque queremos internacionalizar o Moovee.me”, conta Daniel Sollero. Com um investimento inicial de R$ 10 mil, a empresa espera lucrar com anúncios publicitários.
MARKETING EM MÍDIAS SOCIAIS
Media Factory
Fundada em 2003, a Ivoxcorp passou por uma verdadeira revolução em 2008. A empresa, que antes lidava apenas com e-mail marketing, mudou de nome para Media Factory e passou a oferecer todos os serviços no campo de marketing digital, incluindo marketing em redes sociais e nas ferramentas de busca. Com a mudança, a empresa passou de 31 clientes em 2007 para 267 registrados em 2010. Contribuiu para isso um aporte de R$ 2 milhões por parte da IdeiasNet. Além disso, a empresa investiu no processo de internacionalização, abrindo escritórios na Argentina e no México – o objetivo agora é abrir uma filial nos Estados Unidos. Para 2010, está previsto um faturamento de R$ 12 milhões. “O mercado de marketing digital ainda está nos primórdios no Brasil”, diz Leandro Kenski, um dos sócios da Media Factory. “Há muito espaço para crescer.”
E você? Está preparado para abrir seu próprio negócio?
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